quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

 Depois de muitas horas dedicadas a literatura fantástica achei que precisava de um registo diferente. Como gosto de muito de mistério achei que um policial seria interessante. Escolhi Não sei se o mesmo trabalho e cuidado com o livro segue nos outros trabalhos que a editora tem. As páginas são amareladas e grossinhas, com um ótimo espaçamento e fonte. O que achei incrível de diferencial neste trabalho foi que ao terminar o capítulo, o novo é apresentado com uma folha preta e uma textura um pouco diferente.


Quando li a sinopse me interessei muitíssimo pela história, mas que conforme fui lendo ia me "decepcionando". Falava para mim mesma que não estava gostando da história, não que ela não seja boa, só que chegou em um ponto que realmente caí em si de que "Nossa, este livro não tem um dialogo". Só percebi quando realmente começou querer aparecer um dialogo ou outro.
Mas vamos a história. Pedro trabalha em uma casa de repouso cuidando de idosos; sua vida foi simplesmente levada sem deixar marcas e nem ser marcada. Sem ex-amores, ele lê jornais e noticias antigas, não sai direito e quando sai é para o mesmo lugar e com os passos contados. Um belo dia ele recebe uma espécie de diário dado por um dos idosos, o de número 32. Mas quem é 32? Mistérios da meia noite. Neste "diário" temos relatos de acontecimentos que envolve Jonas, Alice C. e aquele que conta. Pedro se envolve tanto com aquelas páginas que muda os padrões estabelecidos por ele mesmo. Até então eu achei a história cansativa e arrastante para mim, só que então chegamos mais ou menos lá pela página 100 e a história começa a ganhar outra cara. Aquela cara de realmente um quase policial.
Indicaria a leitura mais pelas páginas finais mesmo, que é a parte realmente envolvente, não que o que se vem antes seja péssimo ou ruim.

Eu e o Furby

E ir aconchegar os filhotes à cama e acidentalmente tocar no raio do Furby que foi deixado no meio do quarto?! Quem nunca o fez não sabe o que è  voar ao estilo “the floor is lava”, com o boneco ao colo, até a divisão mais distante do quarto antes que a bomba rebente! Que è como quem diz... Antes que o felpudo abra os olhos, grite: sayHellotoTy! E desate a algarviar a alto som... 😉  - e claro.... rir à gargalhada enquanto o deixo fechado na cozinha a falar para o hamster e o periquito!

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Dia dos namorados

A proposito dos coracoes que inundam as vitrines, por estes dias...
sou romântica, sou apaixonada, amo, sou amada e muito feliz...
Desde 1996 que conjugamos os verbos do amor, não num dia, mas em tantos ao longo do ano.
Aqui em casa, o dia 14 não me diz muito. Desejamo-nos um feliz dia e pouco mais.
O nosso dia dos namorados ocorre uma semana mais tarde e assim continuará a ser. Esse è o dia em que celebramos termos começado a namorar.
Mais que o comemorar esse “aniversario”, o nosso amor vive de fôlegos diários. Um sms romântico a meio do dia, um mimo oferecido só porque sim, uma manta colocada sobre ti se adormeces no sofá... apaixonar-se è fácil... è no “viver felizes para sempre” está o verdadeiro desafio do verbo amar.
Depois de nos apaixonarmos, è preciso aprender a amar...

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Sobre a publicidade no pára-brisa

Gostava de de poder conversar com o iluminado que um dia teve a brilhante ideia: - E se pespegássemos papeis publicitarios nos vidros dos carros?! Assim, de modo que tape parcialmente a visão!! E para ser em grande, vamos lá pô-los especialmente quando estiver para chover!!
-É pá, não!!
Já não basta o forçar algo à frente da vista, tipo puto chato com um brinquedo novo: - olha o meu pião! Olha! Estás a ver o meu pião?!- enquanto to espeta pelos olhos ‘adentro’...
É que o puto a malta arregala os olhos ou mostra quão bons somos a arremessar ao longe... Agora, depois de sentar as crianças no carro, apertar cintos de seguranca, guardar mochilas e casacos no porta-bagagens, entrar no carro, pôr o cinto, confirmar que nao ficaram miudos esquecidos na rua, colocar a chave na ignição, no momento em que te preparas para sair do estacionamento... tens um papel endiabrado a acenar debaixo da escova... é pá... não!
Qual é o objetivo? - É pá, boa! Este sr compra carros usados! Meninos toca a sair do carro! Hoje vão a pé que o carro vai ser despachado agora mesmo!
E à chuva?!! É que quando chove o dito transforma-se numa massa disforme que se desfaz ao toque e te enche o vidro de particulas de papel! Será para fomentar os trabalhos manuais ?
- Uau!! Papel machet!! O trabalho pode esperar! Vamos fazer um sapinho de papel! Menos, minha gente; menos...

PS- logo mostro-vos o meu sininho feito em papel machet! Ficou o máximo...








sábado, 4 de novembro de 2017

Birras matinais... um dia normal...

Birra 1: Quero uma chave só para mim. (Porque não o deixei brincar com chaves de casa, 15' minutos debaixo da mesa da sala a carpir "quero uma chave! eu quero uma chave!") Birra 2: Quero bater na Guida (como não o deixaram, deu origem a 10 minutos no chão a recitar o mantra:"mas eu quero bater na Guida! Mas eu quero bater na Guida!") Birra 3: Quero o meu microfone do piano! (o dito está MIA há imenso tempo... como não encontrou, 5' no chão " Eu quero o microfone!") E ainda só são 10 horas.. Bolas! criancinha chata...Estou a pagar pela língua. Eu, que sempre detestei miudos birrentos, sou mãe de um doutourado em fitas. O meu avô já teria resolvido a cena dando-lhe uma razão válida para chorar... A menos que esteja na rua ou esteja a prejudicar mais alguém além de si mesmo, deixo-o birrar.. Tem o trabalho de amuar e de se desamuar. Acho que ele tem que aprender a lidar com a frustração. Tem que perceber que não tem tudo o que quer, que há coisas que não acontecem só porque quer que sim... Mas que na sua luta para lidar com a frustração me frustra a mim... ah! Se frustra...

quarta-feira, 4 de outubro de 2017

O mais birrento dos três

Será dos Escorpiões ou é mesmo só para mim? 

Kike a brincar com Legos. A caixa tem 3 tipos diferentes que, logicamente, não encaixam Entre si. Embirrou que ha de empilhar um tipo de legos na base do outro. Depois de lhe demonstrar que não cabem, que tem tamanhos diferentes, que as consegue identificar pelo tipo.... a resposta foi: mas eu quero pôr estas!

E está  ha 10 um pirralho em modo mantra:"eu quero estas!eu quero por estas!eu quero por estas"...apre...isto é sina ou é signo?

sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Mais um estudo da treta

A propósito de uma notícia que acabo de ler: " É prejudicial as crianças acreditarem no pai Natal"- Só me ocorre: -Mais um daqueles estudos!

De vez em quando há um psicólogo que acorda com o risco virado para o lado errado e depois é:

- Não devem brincar no baloiço porque caiem e partem  a cabeça!

- jogar a bola na escola não porque caiem, porque se jantam e lutam, porque as bolas são rijas (ja ouvi varias versões)

-os meninos não devem usar faca e garfo mas sim uma colher para não se ferirem!

Agora não podem acreditar no pai Natal...

Esta a criar-se uma geração de incompetentes que não sabem sonhar mem usar a imaginação! Nunca brincaram

na rua e souberam o status que dá chegar a escola com uma crostra no joelho do tamanho de uma noz feita a descer a rua de bicicleta "sem mãos"!!

Não usam faca e aos 15 precisam que os papás cortem a carninha. 

Caramba! Sao criancas! têm que ser protegidas mas mais que isso têm que aprender!  A ser autónomas, a ganhar destreza, a saber partilhar. Passam tanto tempo em escolas e ATL's como um adulto num escritório. Estas crianças precisam de brincar! Ler, acreditar em

fadas e dragões! Na fada dos dentes e no pai natal! Deixem-nos crescer! Têm muito tempo para descobrir a desconfiança e as coisas menos boas!